
O funcionário informou, na semana passada, que não lhe poderia renovar os documentos porque havia um certificado de óbito de Stirbu, indicando que ele morrera, em 3 de março de 1999, devido a dificuldades respiratórias. O enterro teria ocorrido no mesmo mês.
"Quando eu vi, não podia acreditar. Como alguém totalmente vivo pode ser declarado morto?", disse Stirbu. Segundo ele, na data, não estava doente e o certificado não parece ser um caso de troca de identidade.
"Nós cometemos erros no passado, mas nada tão sério como declarar alguém morto", disse Vasile Tarciatu, responsável pelo gabinet que emite documentos de identidade.
Redacção:7FM Fonte: Terra Notícias/AP
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