
Antes mesmo de o bebé nascer, os proprietários duma cafeteteria em Génova, cidade portuária no norte do país, já tinham decidido que o filho não engrossaria a lista dos milhares de Francescos, Giovannis, Robertos, Massimos, ou Giuseppes – nomes comuns na Itália.
Um dia depois do nascimento do filho, os pais o registaram-no com o nome escolhido: Venerdi.
Mas, no dia seguinte, os funcionários do cartótio avisaram que teriam de cancelar o registo, alegando que o nome poderia causar constrangimentos futuros ao menino.
Os funcionários públicos mostraram aos pais uma cópia do decreto presidencial italiano de 2000, que regulamenta os registos de nascimentos no país. Segundo os funcionários, Venerdi entraria na lista dos nomes considerados “ridículos ou vergonhosos” e, portanto, proibidos.
Apesar disso, os pais do garoto decidiram iniciar uma batalha judicial para que o nome escolhido por eles pudesse ser mantido.
Com um ano e três meses, o garoto é chamado de Venerdì por todos que o conhecem e já responde pelo nome.
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