
A paciente padecia de vaginite, pelo que a exploração médica na zona íntima não se mostrou possível já que os músculos da cavidade estavam muito contraídos. Como após várias tentativas nem o médico nem a enfermeira podiam fazer tal exame o médico sugeriu que a mesma introduzisse uma beringela na vagina e voltasse depois.
Segundo o médico, ele pretendia apenas com esta medida relaxar a mulher para que o exame fosse possível.
A mulher sentiu-se humilhada e recorreu ao tribunal pedindo uma indemnização de 3000€. Numa primeira instância o tribunal deu razão ao médico. Após recurso, o tribunal superior achou que a paciente tinha alguma razão e fixou a indemnização em 200€, já que considerou que a frase é «inequivocamente ofensiva e humilhante», dada a clara desigualdade de posição entre ambos naquela situação, em que não eram «amigos, nem partilhavam uma relação profissional de igualdade».
Redacção:7FM Fonte: Wikio Beta
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