
"Levei oito meses para construir este aqui", diz ele, falando de um "modelo" de quatro lugares que deixa no campus da universidade Bayero, em Kano (Nigéria).
A engenhoca já levantou voo seis vezes -- no máximo, a dois metros do solo. O motor é de um Honda Civic em segunda mão com 133 cavalos. Os bancos eram de um velho Toyota. Outras partes vieram da carcaça de um Boieng 747 que caiu perto de Kano há alguns anos atrás.
O cockpit tem um botão de ignição, um acelerador entre os bancos (que controla os movimentos verticais) e um joysktick. Um monitor no painel de instrumentos ligado a uma câmara sob o helicóptero ajuda na visão do solo. Um pequeno transmissor é usado para a comunicação.
"Você liga, ajusta para voar por um minuto ou dois e depois acelera para o propulsor começar a rodar. Quanto mais você apertar o acelerador, mais rápido ele vai. Quando você atingir 300 rpm, é só apertar o joystick para ele voar", explica o inventor.
Ele está a trabalhar agora noutro modelo que, segundo diz, "será um aperfeiçoamento radical do primeiro em termos de sofisticação e estética". O modelo, de dois lugares, será capaz de voar a uma altitude de
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