
A escola Millais, na região de West Sussex, havia pedido à estudante britânica Lydia Playfoot que tirasse o anel, que simboliza a castidade, caso contrário seria expulsa.
A escola negou que estivesse a aplicar uma política discriminatória e insistiu que o anel não é parte essencial da fé cristã. O tribunal julgou que as medidas tomadas pelo estabelecimento foram "inteiramente justificadas".
A adolescente disse que ficou "muito decepcionada com a decisão" e alega que estudantes muçulmanos e sikhs têm o direito de usar véus na cabeça e pulseiras nas salas de aula.
Mas a escola alegou que a permissão para muçulmanos e sikhs é dada apenas a objetos integrais às suas crenças religiosas e argumenta que alunos cristãos têm permissão para usar um crucifixo.
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