
As descobertas foram publicadas em Julho na revista Science Magazinee sugerem que uma bactéria conhecida como Ralstonia metallidurans pode ter um papel chave na formação de pepitas e grãos de ouro.
Um grupo de cientistas liderados pelo cientista alemão Frank Reith apanhou grãos de ouro de duas minas australianas separadas por mais de 3 mil quilómetros, e descobriram que 80% dos grãos tinham a respectiva bactéria na sua composição.
"O que descobrimos sugere que a bactéria pode acumular esse ouro", disse Reith. Segundo ele, a Ralstonia metallidurans age no nível microscópico, drenando os metais pesados na sua forma dissolvida e convertendo-os em sólidos menos tóxicos. Veja aqui.
Redacção:7FM Fonte: Science Magazine
Comentários