
As pesquisas sobre "sonambulismo sexual" são dificultadas pelo facto dos pacientes, por constrangimento, não o relatarem.
Por enquanto não há cura para o distúrbio, que muitas vezes leva a dificuldades nos relacionamentos. O sonambulismo atinge de 2 a 4 por cento dos adultos, enquanto o "sonambulismo sexual" supostamente não é tão comum, segundo Nik Trajanovic, investigador da clínica de sono e vigília do Hospital Western, de Toronto.
"A maior parte das vezes o sexo adormecido acontece entre pessoas que já são parceiras", disse Mark Pressman, especialista em sono do Hospital Lankenan, de Wynnewood, Pensilvânia, à New Scientist.
"Às vezes (os cônjuges dos pacientes) odeiam, às vezes toleram. Em raras ocasiões existem histórias de gente que gosta mais do que do sexo acordado", acrescentou.
Já Trajanovic está a desenvolver um procedimento para diagnosticar o "sonambulismo sexual" em processos judiciais nos quais o paciente é acusado de violação sexual.
Redacção: 7FM Fonte: Terra Notícias/Reuters
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