
Em outubro de 2004, segundo consta na queixa interposta na Justiça de La Plata, o homem tinha terminado de descarregar produtos e, ao ir buscar as facturas, ouviu da chefe de serviço do estabelecimento que não seria permitido o seu retorno ao prédio. "Pensei que era uma brincadeira e comecei a voltar. 'Estou a falar a sério, você não pode entrar de novo no prédio', disse-me, explicou Brufani. Segundo ele, teria sido feita uma referência à semelhança dele com Bin Laden.
Em 15 de agosto deste ano, Brufani tentou novamente entrar no prédio do supermercado, mas "na portaria do prédio voltaram a dizer-me que a entrada estava proibida. Tive que voltar com a carga", relatou.
Brufani mora em Quilmes com a mulher e os seis filhos, tem uma barba cinza, parecida com a de Bin Laden.
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